Sobre o Michelamen
O Michelamen começou com um pai e um filho — Felipe e Davi — numa casa de lamen. Era a primeira vez do Davi. Ele amou. Como a mãe não gosta de lamen, aquilo virou programa nosso: um roteiro de pai e filho, tigela a tigela, pela cidade.
Na época, o Davi estava aprendendo a mexer em planilhas — e uma das primeiras planilhas da vida dele foi um ranking dos nossos lamens favoritos. Nota pro caldo, nota pro macarrão, discussão séria na mesa sobre quem estava sendo generoso demais.
O Michelamen é essa planilha, crescida. Mas as notas continuam sendo coisa nossa, da mesa: o guia público não dá notas nem monta pódio. Os restaurantes da lista são equivalentes entre si, em ordem alfabética — porque a escolha certa depende de onde você está, não de uma hierarquia nossa. O guia só responde a pergunta que a gente sempre se fez antes de sair de casa: onde vale a pena ir?
Como montamos a lista
O caderno de notas cresceu e ganhou método. Usamos dados públicos do Google Maps — notas, número de avaliações e, principalmente, o texto das avaliações. Lemos o que centenas de clientes dizem sobre cada casa e avaliamos o que importa num bom ramen: o caldo, o macarrão, o chashu e os complementos.
Um restaurante entra na lista quando atende a três critérios: tem avaliações suficientes para ser confiável, é de fato uma casa de ramen (não um lugar que serve ramen como prato secundário), e a qualidade do prato se sustenta no que os próprios clientes descrevem.
Atualizamos as listas periodicamente. Restaurantes que fecham ou perdem qualidade consistente saem da lista.
O que não fazemos
Não entramos em contato com restaurantes. Não recebemos pagamento de nenhum estabelecimento para incluí-lo na lista. Não aceitamos sugestões ou reclamações diretas sobre inclusão ou exclusão.
A lista é baseada exclusivamente em dados públicos e no nosso critério de curadoria. Nenhum restaurante sabe que está sendo avaliado.